



ENTRE AS MELHORES ESCOLAS PÚBLICAS DO PAÍS - MÉDIA 7,7 DE ACORDO COM O ÍNDICE DO IDEB 2013 ATENDE ATUALMENTE 388 ALUNOS DA EDUCAÇÃO INFANTIL E DE 1º AO 5º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL SOB A DIREÇÃO DE PATRICIA BAGGIO HOLZMANN
2 - A estrada seja para você um instrumento de comunhão entre as pessoas e não um local com risco de vida.
3 - Cortesia, sinceridade e prudência ajudarão você a superar os imprevistos.
4 - Seja caridoso e ajude o próximo nas suas necessidades, especialmente as vítimas de acidentes.
5 - Que o carro não seja para você expressão de poder e domínio nem ocasião de pecado.
6 - Convença, com caridade, os jovens e os que já não o são para que não dirijam quando não estiverem em condições de fazê-lo.
7 - Ajude as famílias das vítimas de acidentes.
8 - Reúna a vítima com o motorista agressor num momento oportuno para que possam viver a experiência libertadora do perdão.
9 - Na estrada proteja o mais vulnerável
10 - Sinta-se responsável pelo outro.
E respeitar uma árvore é garantir nossa própria existência. Ela protege a terra com suas raízes sabia? E ainda nos aconchega em sua sombra, mantém o ar úmido e produz oxigênio para todos os seres da natureza. Isso sem contar os frutos deliciosos e suas propriedades terapêuticas.
E não esqueça de cuidar das árvores que estão perto da sua casa, na praça mais próxima, na escola, no sítio, na praia, na casa da vovó... Se você não souber muito bem como cuidar delas é só procurar alguém que saiba. Na sua escola com certeza vão saber ensinar você.
Mas por que dia 21 de setembro?
O dia da árvore é comemorado em todo o mundo e em datas diferentes. Aqui no brasil o dia 21 de setembro foi escolhido pelos índios que cultuavam as árvores no começo da primavera, época em que eles preparavam o solo para cultivo.
Fonte: www.smartkids.com.br
Sites Interessantes sobre o dia da árvore:
http://www.diadaarvore.org.br/
http://www.brasilescola.com/datacomemorativas/dia-da-arvore.htm
http://www.ibge.gov.br/ibgeteen/datas/arvore/home.html
Brasil, colônia de Portugal
Quando o Brasil era colônia de Portugal, não podia fazer nada por conta própria. Todas as decisões importantes eram tomadas pelos portugueses, e uma das coisas que mais irritava o povo brasileiro era uma espécie de trato que existia entre a colônia (Brasil) e a metrópole (Portugal), que se chamava Pacto Colonial. Nesse "trato", o Brasil tinha que enviar suas riquezas naturais para Portugal, onde essa matéria-prima era transformada em produtos que, depois, eram comercializados com o Brasil. O grande problema era que Portugal proibia o Brasil de produzir suas próprias mercadorias e de comprar produtos de outros países, ele só podia comprar de Portugal. Isso realmente devia deixar as pessoas muito zangadas, já pensou? É como se eu tivesse que dar todos os ingredientes para o sorveteiro do meu bairro e, depois, fosse obrigado a comprar o sorvete dele, mesmo que a sorveteria do bairro vizinho tivesse um sorvete muito melhor e mais barato! Isso seria muito injusto! Além do Pacto Colonial, Portugal ainda cobrava altos impostos do Brasil, e essa cobrança começou depois que descobriram minas de ouro em nossas terras. Por causa disso tudo, muitas revoltas aconteciam em diversas regiões do país.
E a Família Real veio para o Brasil...
Um dia, em 1808, a França invadiu Portugal e a Família Real teve que fugir para o Brasil. Esse foi um fato importante para a nossa independência, pois, a partir daí, os portos do Brasil foram autorizados a fazer comércio com outros países e não mais só com Portugal. Além disso, nessa época, o rei português Dom João VI criou o Jardim Botânico, a Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro e a imprensa Régia, o que fortaleceu a idéia de valorizar nossa cultura. Em 1815, o Brasil deixou de ser apenas uma colônia, apesar de ainda estar sob o domínio de Portugal, quando Dom João VI criou o Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves. Esses foram alguns passos em direção à independência!
Durante todo o tempo que a Corte portuguesa ficou na Brasil, muitas revoltas antiportuguesas (contra Portugal) aconteceram, e uma das mais importantes foi a Revolução Pernambucana, pois os brasileiros queriam tanto a independência que chegaram até a escrever a primeira Constituição (conjunto de leis) brasileira. O povo estava muito infeliz com o domínio português! Em 1820, a Família Real teve que voltar para Portugal, mas Dom João VI deixou seu filho, Dom Pedro, no Brasil para governar o nosso país. A partir daí, os governos de Portugal e Brasil não conseguiram mais se entender.
Finalmente... o grito do Ipiranga!
No dia 7 de setembro de 1822, Dom Pedro recebeu novas ordens, vindas do rei, de voltar para Portugal imediatamente. É claro que ele não gostou nada dessa história, pois ele queria ficar no Brasil. Ele teve uma decisão muito difícil para tomar: ir e perder o governo do Brasil ou ficar e desobedecer às ordens de Portugal. Nós já sabemos que ele escolheu a segunda opção, e a história oficial conta que, na tarde de 7 de setembro, às margens do Rio Ipiranga, Dom Pedro ergueu sua espada e gritou: "Independência ou morte!". Assim, o Brasil não pertencia mais a Portugal e passou a ter suas próprias leis. Dom Pedro foi coroado imperador com o título de Dom Pedro I.
Portugal não aceitou facilmente a independência do Brasil, e muitas lutas ocorreram em vários lugares do país. Somente em 1825 é que o governo português reconheceu nossa independência, mas, para isso, o Brasil teve que pagar a Portugal 2 milhões de libras esterlinas (na época isso era muito dinheiro). Dom Pedro I governou o nosso país de 1822 até 1831, e foi durante seu governo que a primeira Constituição foi promulgada.